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Saiba mais sobre Proteínas

O que são proteínas?

A proteína é, depois da água, o componente mais importante e de maior abundância nos seres vivos. Praticamente tudo no corpo humano é composto primariamente por proteínas, que são as grandes responsáveis por fazer a maioria dos processos celulares – em geral, as proteínas correspondem a 50% do peso de uma célula. Uma analogia bastante simples que ilustra bem esse cenário é: as proteínas estão para os seres vivos como uma loja que vende materiais de construção está para uma obra.

Afinal, são as proteínas as maiores fornecedoras de elementos para a formação e, também, para a manutenção de todos os órgãos que possuímos. Cabelos, unhas, ossos, músculos, enzimas, hormônios, anticorpos etc., tudo em nosso organismo precisa dessas macromoléculas biológicas para ser construído.

Estima-se que exista no corpo humano algo em torno de dois milhões de proteínas que, juntas, catalisam as reações bioquímicas vitais ao metabolismo. Constituídas por aminoácidos que formam cadeias entre si por intermédio de ligações peptídicas, pode-se dizer que as proteínas são compostos orgânicos formados por pequenas células de aminoácidos. Ou seja, são um grande polipeptídeo.

E é justamente o número de aminoácidos e a sequência em que se dispõem nas cadeias polipeptídicas o fator decisivo para determinar a atividade que cada proteína vai realizar no organismo. Dependendo da forma e estrutura, a funcionalidade é distinta.

O que são proteínas?

Formação das proteínas no organismo

Vimos que as proteínas são feitas a partir da junção de moléculas de aminoácidos. Essa formação se dá graças à combinação aleatória de 20 tipos diferentes de aminoácidos, a saber: alanina, arginina, asparagina, ácido aspártico, cisteina, ácido glutâmico, glutamina, glicina, histidina, isoleucina, leucina, lisina, metionina, fenilalanina, prolina, serina, treonina, triptofano, tirosina e valina.

No corpo humano uma proteína, para ser formada, precisa de no mínimo 50 moléculas de aminoácidos – as estruturas formadas por menos de 50 aminoácidos são chamadas de peptídeos, também de grande relevância para o organismo. Este é o menor tamanho de uma proteína. Já as proteínas maiores chegam a ter mais de 30 mil aminoácidos.

Dos 20 aminoácidos usados como base para a elaboração das proteínas, 11 são naturalmente produzidos pelo organismo e nove são obtidos exclusivamente através de meios alimentares ou suplementação, por não serem produzidos pelo corpo humano. Esses nove aminoácidos são chamados de aminoácidos essenciais. São eles: fenilalanina, isoleucina, leucina, lisina, metionina, treonina, triptofano, histidina e valina. Basta um estar em falta para que milhares de proteínas essenciais à vida deixem de ser produzidas, colocando a saúde em sérios riscos.

Função das proteínas

O corpo humano é composto por cerca de 50 mil a 100 mil tipos diferentes de proteínas. Cabe, a cada uma, uma função. E o que define a função das proteínas é justamente a necessidade do organismo no momento de sua formação.

Vamos a um exemplo para você compreender mais facilmente como isso funciona. Se no momento que ingerir um alimento rico em proteínas você estiver com estresse muscular, a maior parte das proteínas será direcionada para restabelecer os músculos. Isso acontece porque após serem “quebradas” no processo digestório essas macromoléculas são absorvidas pelas células, onde novamente irão se partir para se transformarem em aminoácidos que serão utilizados pelo organismo como este julgar mais necessário.

Assim, por serem as proteínas os agentes determinantes da forma e da estrutura que as células vão ter, bem como as grandes responsáveis pelo direcionamento de quase todos os processos vitais, a elas cabe cumprir uma extensa – e importantíssima – lista de funções em todo o organismo. Entre as funções das proteínas que se destacam temos:

Função defensiva

• Função defensiva

As proteínas exercem função defensiva por, principalmente, criarem anticorpos (moléculas proteicas da categoria das globulinas) para proteger o organismo de agentes invasores como vírus, bactérias e outras substâncias nocivas e estranhas (antígenos). Outra função de defesa se dá pela formação das mucosas, como as glândulas secretoras do pâncreas e as glândulas salivares, que têm efeito germicida. Já as proteínas de coagulação sanguínea como o fibrinogênio e a trombina previnem a perda de sangue em caso de cortes e ferimentos.

Função reguladora

• Função reguladora

A função reguladora se dá por conta de compostos como a hemoglobina, as proteínas plasmáticas, os sucos digestivos, os hormônios, enzimas e vitaminas, que são responsáveis pelas reações químicas e atividades metabólicas que ocorrem no organismo. A insulina é um exemplo, pelo papel antagônico no metabolismo da glicose ao reduzir a glicemia, ou seja, regular a taxa de glicose no sangue. Já a ciclina serve para regular a divisão celular, enquanto outras regulam a expressão de certos genes.

Função estrutural

• Função estrutural

Outro papel de grande importância das proteínas é a função de resistência estrutural, uma vez que ajudam a dar maior consistência, elasticidade e resistência aos órgãos e tecidos. Entre as proteínas estruturais se destacam o colágeno, que constitui a cartilagem e tendões; o fibrinogênio, presente no sangue; e a queratina, que é a proteína do cabelo. Há, também, algumas proteínas que formam estruturas celulares, como as histonas, que fazem parte dos cromossomos que regulam a expressão gênica, entre outras.

Função transportadora

• Função transportadora

Proteínas com função transportadora são encontradas nas membranas plasmáticas e intracelulares de todos os organismos, para conduzir substâncias como aminoácidos e glicose pelas membranas celulares. Também estão presentes no plasma sanguíneo, levando íons, elétrons ou moléculas específicas de um órgão para outro, como é o caso dos citocromos. A hemoglobina e a mioglobina, proteínas presentes nos glóbulos vermelhos são portadoras de oxigênio no sangue e músculos, respectivamente, e são bastante conhecidas.

Função enzimática

• Função enzimática

As proteínas cuja função é enzimática são as mais numerosas e especializadas. Compõem o grupo mais variado de proteínas e atuam como catalisadores biológicos (biocatalisantes), acelerando as reações químicas do metabolismo. Praticamente todas as reações do organismo são catalisadas por enzimas.

Função energética

• Função energética

As proteínas também cumprem uma função nutriente para o organismo, sendo primordiais na fase de crescimento, podendo contribuir com até 4 quilocalorias de energia por grama. Exemplos dessa atuação são a albumina, do ovo; a caseína, do leite; a hordeína, da cevada; e a gliadina, dos grãos de trigo, sendo esta última a reserva de aminoácidos para o desenvolvimento dos embriões.

Função contrátil e de motilidade

• Função contrátil e de motilidade

Algumas proteínas atuam na contração de células e produção de movimentos, como é o caso da miosina e da actina, que se contraem para produzir os movimentos musculares. Outra macromolécula envolvida na função contrátil das proteínas é a dineína, que está relacionada ao movimento dos cílios e flagelos.

Função homeostática

• Função homeostática

Proteínas com função homeostática têm por finalidade agir como tampões, mantendo em vários meios tanto o pH interno quanto o equilíbrio osmótico, que é o equilíbrio de água entre os tecidos e o sangue.

Fontes de proteínas

Fontes de proteínas

As proteínas podem ser de duas origens: vegetal ou animal. As proteínas vegetais são consideradas incompletas, por serem pobres em variedade de aminoácidos essenciais. Seria preciso consumir quilos de vegetais em um único dia para obter a quantidade mínima necessária que o corpo precisa para funcionar em harmonia. Já as proteínas de origem animal são consideradas completas, por conterem vasta gama de aminoácidos essenciais.

Por isso é crucial que principalmente pessoas que seguem uma alimentação vegana ou vegetariana tenham disciplina e planejamento na rotina alimentar, uma vez que a proteína vegetal tem um valor biológico mais baixo quando comparada à proteína de origem animal.

Muitos são os alimentos com bom índice proteico. Podemos citar como os exemplos mais acessíveis as carnes vermelha e de peixe, o leite e alguns derivados (como queijo e iogurte), ovos, soja, ervilha, milho, lentilha, vagem, chia, linhaça, quinoa, castanhas e vegetais folhosos. Além, claro, do famoso “arroz com feijão”.

Importante: Se alimentar somente de proteínas pode ser arriscado. Tudo o que é consumido em excesso vira gordura, que é uma fonte de energia que pode ser armazenada em grandes quantidades. Sem falar que o corpo precisa de outras fontes alimentares para trabalhar em equilíbrio. O ideal é manter uma dieta saudável que contenha gordura, proteínas e carboidratos. E a receita para não errar na hora de comer é bastante simples: se alimentar com moderação e combinar os alimentos certos. Por isso, independente do objetivo que deseja alcançar, contar com o auxílio de nutrólogos e nutricionistas para saber os alimentos que melhor atendem suas necessidades é, com certeza, o melhor caminho. Eles são, também, os profissionais aptos a indicar a melhor suplementação para o seu caso.

Tipos de proteínas

Suplementos à base de proteínas e aminoácidos vêm conquistando cada dia mais adeptos. Receitados por profissionais da área da saúde e nutrição, é crescente o número de pessoas que consomem esses produtos para melhorar a saúde, enriquecer a dieta alimentar e/ou buscar resultados mais efetivos nos treinos.

E quando falamos em praticantes de esportes de alto rendimento e musculação, relacionar a ingestão de proteínas com o ganho de massa muscular é regra. Isso porque os músculos são compostos basicamente de proteínas, muitas delas produzidas através de aminoácidos essenciais (que são aqueles que o organismo humano não consegue produzir).

Para alcançar hipertrofia – que é o crescimento das células musculares, que resulta no aumento da massa magra –, o corpo precisa desses nutrientes em dose adequada. Seja para “crescer”, seja para reconstruir os tecidos musculares. Daí a importância da suplementação para atletas, isto é, da proteína suplemento, aliada a uma alimentação balanceada.

No mercado existem inúmeros produtos específicos que atendem essa demanda. São alguns tipos de proteínas:

• Albumina

A albumina é a proteína mais abundante do corpo humano. Sintetizada pelo fígado, é encontrada em grande quantidade no sangue (seroalbumina), ou pode ser adquirida por fontes externas como leite (lactoalbumina) e ovos (ovoalbumina). Como alimento, é considerada uma proteína completa, por conter os nove aminoácidos essenciais que são necessários para a reconstrução muscular depois de treinos intensos (leucina, lisina, isoleucina, fenilalanina, metionina, histidina, treonina, triptofano e valina).

Pelo alto valor biológico que possui e por ser de baixo custo, é muito utilizada por praticantes de exercícios físicos em busca de um maior aporte proteico, sendo que os suplementos de albumina são, na quase totalidade, extraídos da clara do ovo – fonte abundante e barata da proteína.

Muitos são os benefícios da albumina: estimula o crescimento muscular e acelera a síntese de proteínas; é rica em vitaminas e minerais que dão mais energia durante o treinamento (ferro, fósforo, vitaminas do complexo B e potássio); melhora a recuperação dos tecidos musculares no pós-treino; atrasa a sensação de fome e pode ajudar a controlar ou perder peso.

Desempenha, ainda, uma série de funções no metabolismo, sendo as principais atividades: realizar o transporte de nutrientes pela corrente sanguínea, entre eles cálcio, bilirrubina e magnésio; fazer a manutenção do equilíbrio osmótico, controlando o pH e a viscosidade do sangue; combater radicais livres; se ligar a compostos tóxicos e metais pesados, de modo a facilitar sua eliminação pelo sistema excretor e reduzir potenciais riscos à saúde.

Albumina
Caseína

• Caseína

Assim como a albumina, a caseína possui todos os aminoácidos essenciais e, por isso, tem também um alto valor biológico. Macromolécula do tipo fosfoproteína, é encontrada no leite fresco, e representa cerca de 80% da proteína proveniente do leite da vaca, e entre 20% a 45% do leite materno.

Considerada a fonte de proteína com a digestão mais lenta que se pode encontrar, leva, em média, de 6 a 8 horas para ser digerida pelo organismo. Por isso é bastante indicada para ser consumida em refeições que antecedem um longo período sem comer, ou seja, antes de dormir, para garantir o fornecimento gradual de aminoácidos durante o sono e driblar o catabolismo.

Mas, muito além de evitar a degradação de proteínas e a oxidação de aminoácidos pelas horas em jejum decorrentes do período de repouso, a caseína possui muitos outros benefícios, entre eles: aumenta a síntese de proteínas e o desenvolvimento de massa muscular magra em razão da lenta absorção dos aminoácidos; fornece um extenso perfil de aminoácidos de cadeia ramificada (leucina, isoleucina e valina, também conhecidos como BCAA); encurta o tempo de reparação e recuperação das fibras musculares, aumentando o rendimento físico; e promove a perda de peso e da gordura corporal.

Outro importante ganho decorrente do consumo da caseína é o fato de ela possuir um alto nível de aminoácidos glucogênios, incluindo a glutamina, arginina e treonina, que são primordiais para a produção de glicose e energia durante os exercícios físicos, funcionando também como anticatabólicos dentro do músculo. Além disso, ajuda a regular o transporte de proteínas no intestino, o que reduz a velocidade do trânsito dos aminoácidos, que passam a ser mais bem absorvidos.

Podemos citar, ainda, que o aumento dessa fosfoproteína no organismo pode beneficiar a saúde dental, ao ajudar a melhorar o esmalte dos dentes, reduzir erosões dentárias e prevenir cáries e outros problemas bucais.

Whey Protein

O soro do leite é, também, matéria-prima para um dos suplementos mais conhecidos do mercado, o Whey Protein. Mas, ao contrário da caseína, o Whey tem uma rápida absorção pelo organismo, o que garante que ambos desempenhem funções estratégicas distintas.

Riquíssimo em proteína e com eficiência nutricional elevada – quanto maior o valor biológico que possui, mais proteína o corpo é capaz de reter –, o Whey Protein é, atualmente, o suplemento esportivo mais consumido em todo o mundo.

Atletas que precisam ter rendimento elevado nos treinos, como é o caso dos praticantes de musculação, consomem o suplemento para incluir mais proteínas na alimentação e, assim, obter nutrientes para aumentar a imunidade; potencializar o ganho de massa muscular; ter maior rendimento esportivo; reduzir os sintomas de overtraining (sobrecarga por excesso de exercícios); auxiliar na recuperação do tecido muscular; ter o aumento da lipólise (queima de gordura) que ajuda no emagrecimento; e, de quebra, conquistar melhora da qualidade óssea, bem como controlar o colesterol e a pressão arterial, entre outras vantagens.

• Proteína da Carne

A carne vermelha é, inegavelmente, uma das melhores formas de adquirir boas quantidades de proteína. Por ser um dos principais componentes em dietas para quem busca hipertrofia, ganhou uma versão de suplemento muito aceito e utilizado por atletas. Também chamado de Beef Protein, o suplemento de proteína da carne possui alta concentração de aminoácidos essenciais e é boa opção para quem tem intolerâncias ou até mesmo alergias a certos ingredientes.

Alimentos de origem animal acompanham grandes quantidades de gorduras saturadas que não trazem tantos benefícios ao organismo. Contudo, o processo de fabricação de suplementos à base de carne passa por uma etapa de purificação, que isola as proteínas para retirar apenas os elementos nutricionais da carne, excluindo gorduras e colesterol.

O Beef Protein pode ser encontrado em duas apresentações: como proteína hidrolisada da carne e proteína isolada da carne. O produto hidrolisado resulta de um processamento que forma partículas menores que são mais fáceis de serem absorvidas pelo organismo, o que o deixa com um aproveitamento maior. Já a versão isolada tem maior quantidade de proteínas e maior concentração de aminoácidos essenciais.

De alto valor biológico e rápida absorção, é bastante indicado para ser consumido no pós-treino, quando o organismo mais precisa de aminoácidos para realizar com eficiência a restauração muscular. Outro ponto positivo é que também possui alta concentração de creatina na formulação, aminoácido que ajuda a dar mais energia na hora do treino.

Tem, ainda, boas doses de BCAA, o que resulta no equilíbrio positivo do nitrogênio, no aumento da síntese proteica, melhor performance nos treinos e menos fadiga dos músculos. Isso porque elevar as taxas de aminoácidos de cadeia ramificada no organismo gera aumento dos efeitos anabólicos e anticatabólicos, conferindo ainda mais ação na construção muscular e ganho de força e massa magra.

Digerido no estômago, evita, por fim, a sensação de inchaço comumentemente relacionada ao consumo de carnes, sendo ainda excelente fonte de ferro e zinco.

Proteína da Carne
Proteína de Soja

• Proteína de Soja

Embora as principais fontes de proteína de alto valor biológico sejam de origem animal, a soja fornece a melhor proteína entre os vegetais. Na contramão de outras leguminosas, a soja possui elevado teor de proteínas completas, sendo repleta de aminoácidos que o corpo precisa para realizar suas funções metabólicas.

Encontrada em muitos suplementos, a soja passa por processos distintos que separam a parte proteica dos demais componentes presentes no grão, como a gordura, com o fim de concentrar as proteínas. Os produtos que resultam desse processamento são divididos em três tipos: proteína concentrada de soja, proteína isolada de soja e proteína texturizada de soja.

A proteína concentrada de soja (PCS) é produzida a partir da soja descascada, e passa por processos para retirada do excesso de gordura e umidade. Mantém a maior parte das fibras originalmente presentes nos grãos e tem remoção parcial dos carboidratos, devendo conter pelo menos 65% de proteína pura em peso seco.

A proteína isolada da soja (PIS), por sua vez, é produzida a partir dos flocos de soja, por meio de um processo que realiza a extração aquosa e aquecimento mínimo. Praticamente livre de carboidratos e de gordura, é a forma mais pura e concentrada de soja à disposição, por conter pelo menos 90% de proteína em peso seco na composição. Pelo baixíssimo teor de carboidratos que possui, tem a vantagem de não refletir o sabor acentuado da soja, sendo a versão mais utilizada em suplementos alimentares.

Já a proteína de soja texturizada (PTS), popularmente conhecida como carne de soja, é um produto alimentar obtido industrialmente por meio de extrusão termoplástica ou fiação. O tipo de processo utilizado determina o teor de proteína da PTS, que pode chegar a 50% (extrusão) ou 90% (fiação).

Alternativa proteica para quem não consome alimentos de origem animal, a soja é também uma boa opção para pessoas intolerantes à lactose e que precisam controlar o colesterol, pois a proteína vegetal é naturalmente isenta dos dois nutrientes. É ótima, ainda, para praticantes de musculação, ao passo que a absorção relativamente rápida da proteína da soja previne o catabolismo e pode ajudar na hipertrofia muscular.

Além de possuir um alto teor de proteínas de qualidade, a soja também se destaca por possuir isoflavonas, que têm função antioxidante. Consumidos por atletas, esses compostos orgânicos combatem a formação excessiva de radicais livres durante os exercícios, o que pode acelerar a recuperação pós-treino.
Outros efeitos diferenciais das isoflavonas quando combinadas com atividade física é o fato de serem eficazes na redução do acúmulo de gordura corporal. Ao mesmo tempo que estimulam a queima de gordura, levam a um aumento da massa magra e restabelecem os níveis de massa óssea.

Muitos são os benefícios oferecidos pela soja, entre eles a presença de uma série de nutrientes importantes para a saúde. Mas, para garantir todas as vantagens de forma suplementar, antes de comprar sua proteína isolada de soja certifique-se de que o produto seja formulado com uma concentração mínima de 90% de proteínas.

• Vegan Protein

Quando falamos em conseguir bons resultados de hipertrofia muscular, incluir alimentos que são fontes de proteínas de alto valor biológico na dieta é fundamental. Mas isso não significa dizer que embora os alimentos de origem animal sejam os primeiros nesse quesito, outras fontes não possam ser igualmente eficientes para quem malha e tem um estilo de vida vegano ou vegetariano.

É inegável que as fontes de proteína de origem animal detêm maior quantidade de proteínas, mas também é verdade que é possível obter boa dosagem do nutriente sem comer carne, fazendo uso de alimentação e suplementação vegana. E a ervilha, vegetal bastante rico em proteínas, vem sendo um importante aliado nessa tarefa. De ótima digestibilidade e rica em fibras, 250g de ervilha seca cozida equivale, por exemplo, a 100g de filé de frango quando a referência é o consumo de proteínas.

Elaborada com base na proteína da ervilha, proteína de arroz extraída de grãos integrais e germinados – que por sua vez é uma proteína vegetal rica em proteína isolada da soja, aminoácidos essenciais, vitaminas e minerais –, a Vegan Protein é um suplemento indicado não somente para complementar dietas de pessoas que têm restrição ao consumo de proteína animal, como também para convalescentes e em estágio pós-operatório, regimes de emagrecimento, intolerantes a lactose, glúten e caseína.

Além de ajudar na saúde da flora intestinal, uma das principais razões pelas quais o produto faz sucesso é o fato da ervilha ser rica em aminoácidos de cadeia ramificada (BCAAs), que são compostos de proteína conhecidos por fornecer energia pré-treino, retardar a fadiga durante o exercício e agilizar a recuperação dos músculos no pós-treino.

Por não conter traços de lactose e de glúten, não gera inchaço e o risco de desenvolver alergias é quase impossível. Também é livre de colesterol e gorduras e pobre em carboidratos, o que a torna ideal para quem busca emagrecer. E por falar em perder peso, a proteína da ervilha diminui os níveis de grelina no organismo, que é o hormônio da fome que avisa o cérebro quando o estômago está vazio. É ainda capaz de aumentar a sensação de saciedade quando consumida, por ser uma proteína de digestão lenta.

A arginina, aminoácido que auxilia no aumento da imunidade, combate a disfunção erétil e melhora a fertilidade é outro grande componente presente nos suplementos Vegan Protein. Assim como a lisina, outro composto presente na ervilha e que ajuda na absorção do cálcio, de modo a diminuir a perda de cálcio na urina e a manter os ossos fortes.

Importante ressaltar que apesar de suplementos feitos com proteína de ervilha cumprirem as exigências de aminoácidos essenciais exigidas pela Organização Mundial da Saúde, ainda assim são carentes de alguns aminoácidos não sendo, pois, adequados como fonte primária e exclusiva de proteína.

Vegan Protein
Barra de Proteína

• Barra de Proteína

Também conhecidas como barras proteicas, as barras de proteína são ótimas fontes de nutrientes. Alternativa prática de alimentação saudável para atletas, além de saciar a fome, melhoram os resultados almejados nos treinos.

Perfeitas para complementar as necessidades diárias de proteína, as barras proteicas se popularizaram à medida que houve aumento na produção e consumo das barras de cereais, contudo, não podem ser confundidas com esses produtos. Muitas são as diferenças na composição de cada um deles e nas vantagens que oferecem.

As barras de proteínas contêm altos teores de proteínas e são ricas em fibras, o que justifica o preço mais elevado em comparação com as barras comuns. Algumas chegam a conter mais de 20g de proteínas por porção, o que é excelente para um lanche saudável. Assim como outros suplementos, ajudam a melhorar o sistema imunológico, a aumentar o ganho de energia e de massa muscular, controlar o nível de carboidratos no organismo e reduzir a sensação de fome.

Mas, a compra das barras proteicas exige alguns cuidados. Primeiro, é fundamental checar a quantidade de carboidratos e açúcares que possuem, bem como analisar a presença de gorduras, principalmente as saturadas. O correto é que as proteínas estejam em maior quantidade que o açúcar e que gorduras saturadas não constem da formulação.

Outro fator que merece atenção é o tipo de proteína. As proteínas indicadas para essas barras são as do leite (caseína e Whey Protein) e a proteína isolada de soja, que são proteínas completas e devem ser os componentes principais da composição, já que são de qualidade elevada e acabam sendo melhor aproveitadas pelo organismo na construção muscular.

Por outro lado, proteínas do colágeno ou de outras fontes vegetais, como a proteína de soja, não têm o mesmo perfil proteico. Por isso alguns especialistas “ignoram” as barras que listam esses ingredientes, pois geralmente têm apenas um pouco de perfil completo e muito de proteínas incompletas de má qualidade da soja.

Proteína para potencializar os treinos

Quem treina sabe o poder que as proteínas têm na construção muscular. Sabe, também, que muito além de realizar diversas funções para garantir o bom funcionamento do organismo, ajudam a dar volume e rigidez aos músculos, além de consistência e elasticidade para os tecidos. Por isso a afirmação de que uma alimentação balanceada e rica em proteínas é capaz de auxiliar no ganho de massa muscular e na queima de gordura, quando aliada à prática de atividade física.

Explica-se: músculos são “produzidos” em decorrência de estímulo físico. Quando um determinado músculo é constantemente exigido, o corpo automaticamente aumenta o aporte de proteínas, tornando-o mais forte. E é aí que entram as proteínas. Garantir uma boa ingestão dessas macromoléculas fornece substrato para a produção de fibras musculares maiores e mais fortes, e evita que o corpo utilize de forma equivocada os nutrientes que possui.

Em outros termos, quando ingerida, a proteína é quebrada e absorvida pelas células em forma de aminoácidos. Durante uma sessão de exercícios, em princípio, o músculo não utiliza proteínas como fonte de energia. Pelo menos não deveria. Entretanto, durante treinos intensos e na ocorrência de períodos longos sem alimentação, o corpo passa a usar a proteína como fonte de energia, degradando, assim, a musculatura. O mesmo ocorre em atletas com baixo nível de reservas de glicogênio. Fornecer proteínas suplementares para que a reserva natural não seja utilizada evita a degradação muscular e, ao contrário disso, contribui para a hipertrofia.

O consumo diário e adequado de proteínas mantém, portanto, o corpo “abastecido” e pronto para trabalhar. Quando tomadas logo após uma série de exercícios físicos, ajudam a conduzir os músculos para uma recuperação melhor e mais ágil, agindo nas microlesões que incidem nas fibras musculares em decorrência da atividade física. Afinal, as proteínas são as grandes aliadas do tecido muscular.

Já no caso de indivíduos sedentários ou que fazem esforços leves, o organismo não sente necessidade de criar mais músculos, sendo a musculatura já existente suficiente para suportar a carga de esforços. Nesse cenário, se o consumo de proteínas for maior que o necessário, elas não serão aproveitadas. Poderão, inclusive, ser transformadas em gordura. Como cada grama de proteína possui cerca de 4 calorias, o corpo converte o excesso de calorias ingerida em gordura, armazenando-as nos tecidos adiposos.

Proteína para potencializar os treinos

Proteína suplemento: melhores opções

Muitas são as opções de suplementos proteicos no mercado, e a Loja do Suplemento possui uma vasta gama com todas as versões do produto. E para te ajudar na escolha, apresentamos algumas sugestões que agradam em cheio atletas e profissionais de nutrição.

Lembrando que em nosso site você pode conferir tanto a composição dos ingredientes e a tabela nutricional de cada um!

Super Albumina Probiótica

• Super Albumina Probiótica

Suplemento com alto teor de proteína e valor biológico, a Super Albumina Probiótica em pó 500g tem como base a albumina (clara do ovo desidratada). Nos sabores chocolate, baunilha, morango com banana e natural, é um alimento de fácil digestão e absorção, indicado para o aumento e manutenção da massa magra. Ideal para pessoas que estão em dieta de emagrecimento ou esportistas que precisam manter, por um tempo mais prolongado, o nível de aminoácidos no organismo.

L-Carnitina Integralmédica

• Elite Casein Dymatize Nutrition

Projetado especificamente para ser digerido mais lentamente do que outras fontes de liberação rápida de proteína, o Elite Casein da Dymatize é rico em BCAAs e leucina. Com 907g e nos sabores chocolate e baunilha, fornece 25 gramas da proteína de digestão lenta caseína micelar por porção.

100% Whey Gold Standard Optimum

• 100% Whey Gold Standard Optimum

Blend de Whey Protein Isolado (WPI) + Concentrado (WPC), o 100% Whey Gold Standard da Optimum é um suplemento proteico feito com proteínas extraídas do soro do leite, com alto valor biológico. Absorvido rapidamente pelo organismo, é rico em aminoácidos essenciais como o BCAA, elemento diretamente ligado ao aumento e a construção dos músculos. Com vários sabores e nos tamanhos 909g e 2300kg, agrega glutamina na composição, sendo excelente fonte de energia e de imunidade.

Carnitech 100% Beef Atlhetica Nutrition

• Carnitech 100% Beef Atlhetica Nutrition

O Carnitech da Atlhetica Evolution Series é um suplemento em pó com 907g, à base de proteína isolada e hidrolisada da carne. Produzido através de avançadas tecnologias de extração, hidrólise enzimática, micro e nano filtração, é rico em aminoácidos de alto valor biológico e creatina. Disposto nos sabores morango e chocolate, contém baixo teor de sódio e é 350% mais concentrado em proteína quando comparado à proteína in natura.

Natural Vegan Max Titanium

• Natural Vegan Max Titanium

Composto por duas proteínas vegetais (proteína dos grãos de arroz e da ervilha), o Natural Vegan da Max Titanium 500g é formulado sem soja, lactose, corantes, adoçantes, conservantes e aromas artificiais. De fácil digestão, fornece aporte de aminoácidos para veganos, atletas, praticantes de atividade física e para todos que procuram uma proteína de alta qualidade que possa ser utilizada todos os dias.

L-Carnitina Atlhetica Nutrition

• Darkness Whey Bar Integralmédica

Com 90g sendo 28g de proteína por barra, a Darkness Whey Bar da Integralmédica é formulada com proteínas lácteas de alto valor biológico, carboidratos de baixo índice glicêmico, TCM (triglicerídeos de cadeia média), vitaminas e minerais. Única no tamanho, na concentração proteica e no sabor, possui cremosidade e crocância que elevam a categoria a um novo patamar. Disponível nos sabores doce de leite, doce de leite com chocolate chip, chocolate amargo com castanha, frutas vermelhas com cranberry e peanut butter amendoim.

Agora que você já sabe o que é proteína, quais os benefícios, tipos e funções, combinar as dicas de alimentação e suplementação deste artigo com a realização de atividades físicas regulares vai te ajudar a conquistar resultados excelentes. Mas é importante lembrar que toda dieta deve ser acompanhada de perto por um profissional da área da nutrição, porque “transformar” o corpo é bom, mas, emagrecer e ganhar músculos com saúde é ainda melhor.

*As informações contidas nesse texto não substituem a orientação de um profissional da área de saúde.